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É Minha Vontade Que Haja Luz: Como Sua Escolha Interna Define o Mundo Que Você Vê
Muitas vezes, sentimos como se estivéssemos perdidos ou sobrecarregados pela escuridão e pelo conflito que parecem permear o mundo. É uma sensação comum olhar para fora e ver um cenário de sofrimento e discórdia, questionando onde encontrar um refúgio de paz. Segundo os profundos ensinamentos de "Um Curso em Milagres", a fonte dessa escuridão — e, mais importante, a da luz — não está do lado de fora, mas dentro de nós. Este artigo explora as ideias transformadoras da Lição 73, que revelam como podemos escolher ativamente a luz, alinhando nossa vontade com uma força maior para mudar fundamentalmente a realidade que percebemos.
1. O mundo que você vê é um espelho, não a realidade.
Aqui, somos convidados a abraçar um conceito contraintuitivo e profundamente libertador: o mundo que percebemos não é um lugar objetivo e fixo, mas um reflexo direto do nosso estado mental interno. Se nossa mente está obscurecida por mágoas, julgamentos e medos, projetamos inevitavelmente um mundo sombrio e ameaçador. Por outro lado, quando praticamos o perdão, limpamos as lentes da nossa percepção. Esse ato de perdoar não muda o mundo, mas muda a nós, permitindo que a luz que já existe dentro de nós se reflita externamente, e assim passamos a ver um mundo de luz.
O teu retrato do mundo só pode espelhar o que está dentro de ti. Nem a fonte da luz nem a das trevas podem ser encontradas do lado de fora.
Se o mundo é um reflexo do nosso interior, então que matéria-prima sombria estamos usando para projetar uma imagem de tanto conflito?
2. Suas mágoas são os tijolos da sua prisão.
A resposta é surpreendentemente simples: nossas mágoas. Elas são a matéria-prima, os tijolos que usamos para construir as paredes da prisão que depois vemos refletidas no mundo. Essas mágoas, junto aos "desejos vãos do ego", são os "parceiros ou co-autores" na criação desse cenário ilusório. O ego, para se manter, precisa de conflito. Ele utiliza figuras externas — pessoas, situações, eventos — como "intermediários no tráfico de mágoas". Essas figuras parecem nos atacar e justificar nosso julgamento, mas na verdade, são apenas projeções que se interpõem entre nossa consciência e a realidade. Ao nos apegarmos a essas mágoas, não estamos apenas reagindo passivamente ao que acontece; estamos ativamente construindo as paredes da prisão que nos separa da luz, da paz e da nossa verdadeira identidade.
Mas se somos nós que construímos ativamente essa prisão, tijolo por tijolo, o que nos dá o poder de parar — de finalmente soltar as ferramentas?
3. Você tem duas vontades — e apenas uma é real.
Esse poder reside na compreensão de que existem duas vontades competindo dentro de nós, e apenas uma delas detém o verdadeiro poder de criar. Para desvendar nossa liberdade, precisamos primeiro compreender esta distinção crucial: há a vontade que compartilhamos com Deus, que possui "todo o poder da criação", e há os "desejos vãos do ego", de onde surgem a escuridão e o nada. A vontade do ego não cria nada real; ela apenas gera ilusões.
Esqueça os argumentos do ego que tentam provar que o sofrimento é inevitável ou até mesmo desejável. Pergunte a si mesmo com total honestidade: Realmente queres estar no inferno? Realmente queres chorar e sofrer e morrer? Você sabe que não. O sofrimento não é a felicidade, e é a felicidade que você realmente quer. Essa é a sua verdadeira vontade. Portanto, a salvação também é a sua vontade.
Hoje é o ego que permanece impotente diante da tua vontade. A tua vontade é livre e nada pode prevalecer contra ela.
Conclusão: Escolhendo a Sua Vontade
A mensagem central da Lição 73 é ao mesmo tempo simples e profunda: a escolha entre um mundo de escuridão, governado pelas mágoas do ego, e um mundo de luz, que reflete nossa verdadeira vontade, está inteiramente em nossas mãos. Não somos vítimas de um mundo cruel, mas os criadores da nossa percepção.
A afirmação "É minha vontade que haja luz" não é um pedido passivo, mas uma poderosa declaração de poder. É um ato de realinhar a mente com o único propósito com o qual nós e nosso Pai estamos em "perfeito acordo": nossa paz e liberdade. É um lembrete de que o poder de dissipar as sombras sempre esteve, e sempre estará, dentro de nós.
Se a luz é uma escolha que você pode fazer a qualquer momento, o que o impede de fazê-la agora mesmo?


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